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O Que Um Técnico Pode Ensinar a Um Professor?



O Quê um Técnico pode Ensinar a um Professor? (revisto)

Publicamos este artigo (Procrie) em 19/jun./2014. Quase dois anos depois, acontecimentos recentes se nos apresentam favoráveis a uma reapresentação, especialmente no que toca às notícias sobre buscas nas áreas do ensino escolar – fundamental e médio – e relativas ao ensino esportivo nas escolas.

Esporte a Serviço da Humanidade & Escola Inovadora

Destaque para duas delas. A primeira, o programa a ser desenvolvido pelo Vaticano denominado Esporte a Serviço da Humanidade, encomendado pelo Santo Padre, em que coloca a sua fé no poder do esporte a serviço da Educação. Terá a participação de uma empresa de marketing canadense, com motivação multirreligiosa (ecumênica), e primeiro encontro previsto para os primeiros dias de outubro próximo. (enviaremos projeto brevemente)

Outra, publicada na revista Veja Rio (30/mar/2016), sob o título Lições de Inovação, um projeto financiado por Jorge Paulo Lemann. Trata-se da Escola Eleva, com padrão de excelência inédito no Rio inspirada nas melhores instituições de ensino no mundo. (solicitamos agendar encontro e apresentar projeto) 

Despertando Mentes para a Vida 

A noção de ponto ideal da aprendizagem foi conceitualizada por Robert Bjork, sobretudo pelo psicólogo russo Lev Vygotsky nos anos 1920, mas com um nome menos sedutor: Zona de Desenvolvimento Proximal. Nessa busca, deparamo-nos com vários embates, um deles revelado na expressão “Você não ensinou enquanto eles não tiverem aprendido”, cremos que há muito em desuso. Poderia ser denominada como ilusão de competência? Como então, avaliar nossa própria  competência e motivação voltada para o Ensino?

Reporto-me ao Fórum do sítio português Sovolei (atualmente extinto). Ali são debatidos alguns temas propostos ou pelos gestores ou internautas. Um deles, muito embora postado remotamente e com única intervenção,  despertou-me a atenção por ainda ser bastante atual, inclusive para uma analogia com o momento brasileiro e ao que vimos pregando. Eis algumas considerações que coloco, ao tempo em que os convido a buscarem subsídios e soluções para a empreitada, tanto do lado brasileiro, como português. Ou pesquisemos, estudemos as situações, ou estaremos dando voltas em torno de um mesmo ponto.

Como surgem as ideias – A inteligência não pode desenvolver-se sem conteúdo. Fazer novas ligações depende de saber o suficiente sobre algo em primeiro lugar para ser capaz de pensar em outras coisas para fazer, em outras perguntas a formular, que exigem as ligações mais complexas a fim de compreender tudo isso. Uma vez que o conhecimento é organizado em uma estrutura coerente, nenhum conceito pode existir isoladamente. Assim, cada ideia é apoiada e colorida por uma rede de outras ideias. (Piaget)

José Curado – (prof. Português) “Não há progresso significativo sem investigação. É preciso acabar com o clima de desconfiança há muito existente entre os teóricos e os práticos, avançando para projectos de cooperação entre uma Academia verdadeiramente aberta à comunidade e a actividade desenvolvida pelos atletas e treinadores, contribuindo para a resolução dos problemas levantados por esta”.

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