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Inatividade Física Custa Três Milhões Por Ano Ao Sns



Cevnautas da Economia,

Em Portugal é tal qual na Colônia. O prejuizo lá é em euros.  Laércio

Inatividade física custa três milhões por ano ao SNS
Taxa de obesidade justifica a existência de uma estratégia nacional para a prática de exercício.

PAÍS SAÚDE 16:44 - 21/09/15 POR NOTÍCIAS AO MINUTO
   
“O Serviço Nacional de Saúde (SNS) gasta três milhões de euros por ano com os custos resultantes da inatividade e falta de exercício físico dos portugueses”, revelou, este sábado, o presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Na abertura do VIII Encontro Nacional da Associação Nacional dos Ginásios (AGAP), Augusto Baganha frisou a necessidade do país ter uma estratégia nacional para a prática de atividade física, assente no facto de a taxa de obesidade atingir 25% das crianças portuguesas, 50% dos adultos e 75% dos idosos.

Os números justificam a crescente importância que os portugueses atribuem aos ginásios, espaço escolhido por 17% para a prática desportiva.

A percentagem é superior à média europeia, onde os ginásios representam 15% das escolhas dos utentes para o exercício físico, de acordo com o Barómetro para o Desporto e Atividade Física de 2014.

Note-se que o número de clubes inscritos na AGAP aumentou 60% entre janeiro e agosto de 2015.

FONTE com fotos e links: http://www.noticiasaominuto.com/pais/454674/inatividade-fisica-custa-tres-milhoes-por-ano-ao-sns

Comentários

Por Roberto Affonso Pimentel
em 26-09-2015, às 07h49.

Enviei mensagsem para o COP, muisto embora sabedor que não haverá resposta e, certamente, não será lida por pessoa alguma. Mas, fica consignado que brasileiros e portugueses são muito próximos uns dos outros em atitudes até nossos dias. Pretendem criar estratégia nacional para a prática da educação física, construção de instalações etc. Acontece que há muito que estão "pensando", haja vista os sucessivos Encontros, Seminários nacionais, que às vezes levam 60 dias, com visitas a diversas cidades e gastos desnecessários. Como se diz por aqui..."Quando não se quer resolver um problema, crie um Grupo de Trabalho". Ou, então, "uma sucessão de reuniões". No caso brasileiro, o espelho maior está nos Seminários - nacionais e internacionais - das universidades, com demasiados gastos por coisa alguma. Em futebol, a expressão seria... "Cumprir tabela".  Em suma: "faze de contas que a coisa é séria e vamos mudar o mundo! Trsite realidade.

Tatno no Brasil, Portugal ou qualquer lugar do mundo, as motivações para a prática de exercícios deve ser incorporada à cultura do povo. Nada se resolve por decreto. E creio, foi assim que Kennedy conseguiu colocar o assunto para os americanos, acrescido das estratégias impostas pelo momento, a Guerra Fria. Seu discurso foi suficientemente significativo para motivar a população à prática física naquele momento. Ainda bem que não viu o avanço dos Bob's e MacDonald's e suas consequências no estilo de vida de seus compatriotas.

Ao se planejar algo que envolva grandes mudanças de comportamento, não bastam algumas inserções nas TVs, com apelos promocionais, mas Educar as crianças a partir do ensino fundamental no seu grande ambiente social: as escolas. Estas, e seus agentes educacionais, estariam preparados para atrair e incentivar as crianças? Aqui,ao contrário, o incentivo recai na já famosa "3ª idade". Enquanto isto, rios de dinheiro escorrem por encontros, seminários, reuniões, planejamento que não levam a coisa alguma. Especialmente, se tiver origem no meio acadêmico, improdutivo em ideias de caráter prático. 

Insisto em colocar para discussão o que venho disponibilizando no Procrie (www.procrie.com.br). Espero não aborrecer ninguém, pelo contrário, instigá-los a compartilhar e, efetivamente, partirmos para a ação.

   

LEGADO OLÍMPICOPARTE 5

Uso Inteligente do Conhecimento e Ideias Maravilhosas

Tendo em vista os principais objetivos assinalados, ENVIEI MENSAGEM (21.9) solicitando permissão ao Comitê Olímpico Português (COP) para que realizem uma apreciação preliminar do projeto que produzi para o Brasil e que estou dando conhecimento à comunidade educacional neste Procrie. Tento fazer contato também com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e algumas Fundações – Roberto Marinho, Lemann – e instituições que se ocupam da Educação, especialmente de crianças. Além de oferta a escolas particulares.

Inatividade Física e Consequências

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou esta semana a estratégia europeia para a atividade física para os próximos dez anos. A estratégia foi desenhada tendo por base os dados da OMS que indicam que um terço da população adulta e dois terços da população jovem na Europa apresentam indicadores de atividade física insuficiente. Em todo o mundo, a inatividade física causa 6 a 10% dos casos de doença coronária, diabetes e cancros do cólon e da mama, assim como 9% de mortes prematuras. (Fonte: Cev e COP)

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Comitê Olímpico de Portugal – COP

Vamos nos ater aos objetivos assumidos pelos países integrantes do grupo. A íntegra do texto está disponível em  http://comiteolimpicoportugal.pt/estrategia-europeia-para-a-atividade-fisica/

Objetivos da nova estratégia

  • Promover atividades físicas e reduzir o comportamento sedentário.
  • Assegurar que as políticas estejam disponíveis para a atividade física em ambientes com  atrativos seguros, espaços públicos acessíveis e infraestrutura.
  • Proporcionar igualdade de oportunidades para a atividade física, independentemente do sexo, idade, renda, escolaridade, etnia ou deficiência.
  • Remover barreiras e facilitar a atividade física.

Para muitos poderá causar espécie, até um atrevimento, mas considero-me bastante participativo em assuntos da área esportiva de Portugal, mais precisamente o voleibol. Durante alguns anos estive colaborador de artigos técnicos do único sítio independente de voleibol – Sovolei – já desativado a partir dos problemas econômicos vividos pelo país. Seu principal mentor foi trabalhar em Londres. Em época anterior, acompanhei pela web o Congresso Desportivo Nacional (COP), durante o período de dez./2005 – fev./2006, com vários artigos em meus arquivos. Atualmente, desenvolve-se outro, antecedendo o momento olímpico de 2016. Pelas inúmeras  manifestações de apreço e carinho no Sovolei, consegui criar um ambiente de confiança e respeito pelos meus artigos que, mesmo sem estar presente em solo português, percebiam a validade dos textos em suas atividades. O número de consulentes aos artigos foi deveras espetacular.

As dificuldades dos agentes educacionais e esportivos são inúmeras, muitas delas culturais e o fato de pertencerem à União Europeia, o que significa obediência a preceitos não negociáveis. Isto pode ser aquilatado pelo título da reunião de ministros europeus em Copenhague, a seguir. O fenômeno se repete para quaisquer atividades que envolvam desportos, mais precisamente cursos de proficiência de professores ou técnicos, obedecem as mesmas linhas metodológicas  pré-estabelecidas. Como não estive por lá, tenho o cuidado de não errar muito no que apregoava insistentemente: os cuidados com as crianças a partir de sua Formação.

Brasil e Portugal

No Brasil cometem-se os mesmos desvarios fundamentais e decisivos na qualidade dos futuros atletas. Os miúdos(as) são adestrados, e não educados em uma metodologia que privilegie o ensino contingente, com estímulos principalmente voltados para a CRIATIVIDADE e AUTORREGULAÇÃO. Pequeninos robôs que na idade adulta, jamais saberão resolver problemas em determinadas circunstâncias. Professores e técnicos, mesmo com melhor formação acadêmica, não conseguem vislumbrar ou sair da roda viva a que estão submetidos pelo sistema: confundem o ponto de partida com o ponto de chegada. Podemos concluir que – se verdade o que digo – falta-lhes uma boa dose de ‘bom senso’ ao decidir pelo método a empregar e a sua práxis diária.

Todavia, tenho dúvida se os indivíduos conhecem ou têm simplesmente a informação. Talvez aqui estejam as respostas para as indagações:

  • Por que professores erram tanto em suas práticas pedagógicas?
  • Quão profundo é o ensino universitário de Metodologia, Pedagogia, Didática, Ética?

Embora seja uma afirmação antipática, arrisco-me a dizer que, tanto lá como cá, recebem alguma informação (curricular), mas quanto a assimilarem os conteúdos e transformá-los em prática saudável para  sua clientela tenho minhas dúvidas. E poucos se apercebem do valor de uma Formação profissional continuada de qualidade, coisa rara em ambos os continentes, especialmente em se tratando de ensino esportivo – voleibol – na infância. Inclusive, vou mais longe, mesmo para atletas de alto nível. Que dirá em Educação Física! Basta ver a importância (sic) que os agentes educacionais e a própria sociedade    dispensam à disciplina.

Para contemporizar a caótica situação educacional em que nos encontramos, compus algumas  peças instrucionais à disposição do público interessado:

  • Centro de Referência em Iniciação Esportiva, o Procrie
  • Ensino a Distância – EaD… Voleibol como foco inicial 
  • Manual de Engenharia Pedagógica:

a) Contributo para Currículo de Educação Física e Esporte Escolar

b) Métodos modernos, inclusa a Neurociência, Didática (práxis) criativa

c) Abordagem interdisciplinar

Estaria pregando no deserto? Ou, como fez Vieira, talvez deva pregar aos peixes! 

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