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Ciclismo Brasileiro Registra 39º Caso de Doping em Seis Anos



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Ciclismo brasileiro registra 39º caso de doping em seis anos
José Cruz 12/12/2015 08:26

O ciclismo brasileiro de competição acaba de chegar ao 39º caso de doping nos últimos seis anos, média de 6,5 ocorrências por temporada, uma a cada dois meses. Silvana Teresa Diniz Pinto, do ciclismo duplo paraolímpico categoria B2, foi flagrada pelo uso de “Hidroclorotiazida”, substância proibida no regulamento da Agência Mundial Antidopagem. Tentamos contato com a atleta, mas sem sucesso.  O exame foi promovido pela ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem).doping

A notificação à atleta, em 7 de dezembro último,  foi encaminhada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva da Confederação de Ciclismo, aplicando suspensão automática de um mês e prazo de cinco dias para apresentação de justificativa, que se encerra hoje.

A informação sobre mais este caso, pública, e os demais flagrantes estão registrados na Comissão Antidoping da Confederação Brasileira de Ciclismo.

Enquanto isso…

Um grupo de desportistas, liderados por Roberto Smera, de Santos (SP), lançou um movimento nacional para colher assinaturas em um manifesto para tentar “resgatar a credibilidade do ciclismo de elite brasileiro”.

“Tendo em vista a situação preocupante e o total descaso das Federações Estaduais, equipes, técnicos e ciclistas com o esporte, a presente petição tem por objetivo solicitar à Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) e à Comissão Anti-Doping da Confederação Brasileira de Ciclismo (CAD-CBC) a imediata intervenção para que seja realizada uma detalhada investigação das causas e cadeia de eventos que resultaram na disseminação generalizada e crescimento exponencial do uso de substâncias dopantes de aumento de desempenho pelos atletas nos últimos anos”, diz o manifesto, que pode ser assinado aqui:

https://www.change.org/p/abcd-autoridade-brasileira-de-autoridade-brasileira-de-controle-de-dopagem-abcd-comiss%C3%A3o-anti-doping-da-confedera%C3%A7%C3%A3o-brasileira-de-ciclismo-cad-cbc-peti%C3%A7%C3%A3o-para-recupera%C3%A7%C3%A3o-da-credibilidade-do-ciclismo-de-elite-brasileiro

FONTE com fotos e links:http://josecruz.blogosfera.uol.com.br/2015/12/ciclismo-brasileiro-registra-39o-caso-de-doping-em-seis-anos/

Comentários

Por Rebert Dias da Cunha
em 23-06-2016, às 18h51.

Muito triste saber que uns poucos atletas, vem sujando a imagem desse esporte tão bonito e que eu admiro bastante, mas que ao meu modo de ver ainda não é tão reconhecido.  São atitudes como essas, por partes de alguns atletas, que fazem diminuir a credibilidade do esporte. Não resta duvidas que algo precisa ser feito!

Por Daniel Dutra Biscotto
em 27-06-2016, às 19h32.

    O uso de esteróides anabolizantes tem sido cada vez mais utilizados no meio esportivo, o que é uma vantagem injusta em relação aos outros competidores, e de certa forma, denigre a imagem do esporte. O doping esta presente no esporte e no aprimoramento dos seres humanos desde os anos de 1930, quando os esteroides anabólicos foram descobertos.

    Devido aos inúmeros efeitos deletérios causados pelos esteróides anabolizantes, seu uso em atleta profissional, amador e recreacional deve ser totalmente proibido. A utilização desses hormônios pode obviamente melhorar o rendimento esportivo e promover corpos mais musculosos, mas existem razões inquestionáveis de ordem ética e médica que contra-indicam o seu uso. Estudos evidenciaram uma piora significaiva nas taxas de colesterol dos usuários, maior oleosidade da pele, aumento da acne, aumento da pressão arterial, impotência sexual, danosà função dos fígado e aumento do risco cardivascular. Enfim, efeitos colaterais totalmente probitivos. Essas substâncias são consideradas doping.

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