Tomás Mazzoni e o Pensamento Autoritário no Esporte

Por: Vinicius Garzon Tonet.

Futebol, Linguagem e Cultura.

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Resumo

É uma fatalidade: a longo prazo, todos seremos esquecidos. Nossa voz, nosso olhar, nossa obra. Ao pó retornaremos. Até lá, os historiadores vão dando sobrevida à comédia humana. É bem verdade que a memória coletiva é benevolente com alguns personagens. Esses resplandecem, são lembrados, aplaudidos, atacados. São encontrados em bares, cafés, salas de aula, aeroportos, prédios públicos. Se já não tivessem ido, estariam por aí perguntando as horas. Outros não têm a mesma sorte. Precisamos visitar porões, antiquários, subterrâneos de museus para encontrá-los. Por vezes, um sujeito é encontrado e dizem: “Enfim, foi retirado do esquecimento!”. Pouco depois, lá está o nosso companheiro, abandonado às trevas da desmemória. Haja esforço para que alguém alcance o posto dos memoráveis “de bate pronto”

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