Influência de Diferentes Protocolos de Treinamento de Força Realizados Até a Falha Muscular nas Respostas Agudas Neuromusculares e Perceptivas em Homens Treinados

Por: Sávio álex Almeida da Silva.

78 páginas. 2020 27/08/2020

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Resumo

OBJETIVO: Investigar as respostas agudas de três protocolos de treinamento de força (TF) na extensão unilateral de joelho em homens treinados. MÉTODOS: 9 sujeitos (23,3 ± 3,0 anos; 87,1 ± 10,6 kg; 178,9 ± 5,4 cm; e 4,5 ± 2,3 anos de experiência em TF) em ordem contrabalanceada realizaram 3 protocolos experimentais: 1) protocolo de repetições máximas (PRMa); 2) protocolo de repetições submáximas (PRSu); e 3) protocolo de repetições combinadas (PRCb).O PRCb foi composto 4 séries submáximas seguidas por 2 séries máximas, enquanto que o PRMa e PRSu realizaram 6 séries na sua respectiva intensidade. Antes e após cada protocolo experimental foi mensurada a área de secção transversa (AST) do reto femoral (RF) e do vasto lateral (VL). A percepção subjetiva de esforço da sessão (PSE-S) e percepção afetiva (P-AFT) foram medidas 15 minutos após cada protocolo experimental. Adicionalmente o volume-carga (VOCA) foi calculado. Análise da variância (ANOVA) de medidas repetidas foi utilizada para avaliar possíveis interações. RESULTADOS: O VOCA do PRCb (2003,9 kg) foi maior que o de PRSu (1749,4 kg) (p<0,05). Não foi encontrada diferença significativa no VOCA entre o PRCb e o PRMa (1909,4 kg) (p>0,05). Todos os protocolos aumentaram a AST do VL e RF no momento pós (p<0,05). O aumento da AST no RF foi maior para o PRMa (19,2%) e PRCb (14,1%) quando comparado ao PRSu (10,3%) (p<0,05). Não foi encontrada diferença significativa no RF entre o PRCb e o PRMa (p>0,05). Não houve diferença entre PRMa (19%), PRSu (10,9%) e PRCb (14,6%) na AST do VL. A PSE-S foi superior para o PRMa (8,9) em comparação ao PRSu (5,2) e PRCb (6,9) (p<0,05). Além disso, o PRCb foi maior que PRSu na PSE-S (p<0,05). CONCLUSÕES: Os resultados sugerem que a combinação entre séries máximas e submáximas (i.e., método combinado) pode ser uma estratégia interessante para praticantes de TF, visto que esse protocolo apresentou as mesmas respostas na AST aguda e de volume de treino que o PRMa, no entanto uma menor PSE-S.

Endereço: https://repositorio.unb.br/handle/10482/39970

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