Implicações Socioeconômicas da Inatividade Física: Panorama Nacional e Implicações Para Políticas Públicas

Por: Antonio Claudio Lucas da Nóbrega.

84 páginas. HP Comunicação Editora. 2021

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Sobre a Obra

Prefácio

Antonio Claudio Lucas da Nóbrega

Atividade física é definida, do ponto de vista fisiológico, como qualquer contração muscular sustentada que eleve o gasto energético de repouso. Portanto, podemos fazer atividade física intencionalmente (neste caso, chamamos de exercíco físico) ou praticando um esporte como lazer ou competição, ou simplesmente de forma subjacente enquanto dançamos, nos deslocamos ou realizamos um trabalho. Independente da forma como realizamos a atividade física, o aumento do gasto energético provoca reações naturais agudas no organismo e, caso seja repetida regularmanente, induz a um conjunto de adaptações benéficas em todos os sistemas do nosso corpo. Estas adaptacões fisiológicas nos tornam mais aptos a realizar o próprio exercício (condicionamento físico) e mais saudáveis, isto é, com menos fatores de risco, mais qualidade e maior expectativa de vida. Estas são evidências muito bem consolidadas na literatura científica mundial, de forma que a Organização Mundial da Saúde, e muitos governos de diversos países, têm reiteradamente destacado o sedentarismo como um grave problema de saúde pública e, por conseqüência, a necessidade de implementação de medidas de estímulo à prática de atividade física por toda a população. 

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