Frequência do Polimorfismo I-d do Gene Eca I em Atletas de Diferentes Esportes.

Por: , Cintia Mara da Costa Oliveira, éricles Paiva Viera, Henver Simionato Brunetta, Isabel da Mota Pontes, João Otacílio Libardoni dos Santos, José Moura Pereira Neto, Ozanildo Vilaça do Nascimento e Whendel Mesquita do Nascimento.

Revista Brasileira de Medicina do Esporte - v.26 - n.2 - 2020

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Resumo

Pode-se concluir que as frequências I-D genotípicas e alélicas do gene da ECA não pareceram influenciar o desempenho tanto nos esportes individuais como coletivos. As frequências do genótipo ACTN3 não variaram significativamente entre os indivíduos de controle de ambos os sexos, e, no geral, não houve um desvio significativo do equilíbrio de Hardy-Weinberg (H-W). Nível de evidência I; Estudos diagnósticos-Investigação de um exame para diagnóstico.

Endereço: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1517-86922020000200107&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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